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	<title>MUNDO ECONÔMICO E CATÓLICO</title>
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	<description>Blog Católico</description>
	<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 13:53:06 +0000</pubDate>
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		<title>A HORA DO &#8220;ÂNGELUS&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 13:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[IGREJA CATÓLICA]]></category>

		<category><![CDATA[A HORA DO ÂNGELUS]]></category>

		<category><![CDATA[Anti-semitismo]]></category>

		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.dbddi.th8.us+A+HORA+DO+%26%238220%3B%C3%82NGELUS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.dbddi.th8.us)"></a>&#62;
BENTO FAZ APELO PELA PAZ NO CONGO E CONTRA ANTI-SEMITISMO
Da Redação, com Rádio Vaticano
 Diversas e importantes intenções foram recordadas pelo Papa Bento XVI, diante das milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a oração do Ângelus, deste domingo, 9.
Em seu discurso introdutório ao Ângelus, Bento XVI ilustrou a celebração litúrgica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.dbddi.th8.us+A+HORA+DO+%26%238220%3B%C3%82NGELUS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.dbddi.th8.us)"></a><p>&gt;</p>
<p style="text-align: center"><strong>BENTO FAZ APELO PELA PAZ NO CONGO E CONTRA ANTI-SEMITISMO</strong></p>
<div style="text-align: right">Da Redação, com Rádio Vaticano</div>
<p><!--FOTO NOTICIA--> <!--TEXTO NOTICIA--><span class="noticia_texto">Diversas e importantes intenções foram recordadas pelo Papa Bento XVI, diante das milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a oração do Ângelus, deste domingo, 9.</span></p>
<p>Em seu discurso introdutório ao Ângelus, Bento XVI ilustrou a celebração litúrgica de hoje: a festa da dedicação da Basílica de São João de Latrão, Catedral de Roma. Nas saudações que se seguiram à oração mariana, o Papa lembrou com pesar os 70 anos do início da perseguição aos judeus, na Alemanha, e lembrou também com preocupação os confrontos e atrocidades que têm acontecido na região de Kivu-norte, da República Democrática do Congo:</p>
<p>&#8220;Ocorre hoje o septuagésimo aniversário daquele triste acontecimento que se verificou na noite de 9 para 10 de Novembro de 1938, quando se desencadeou a fúria nazista contra os judeus. Foram atacadas e destruídas lojas, escritórios, habitações e sinagogas, foram também mortas numerosas pessoas, dando-se início à perseguição sistemática e violenta dos judeus alemães, que culminou na Shoah&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ainda hoje me faz sofrer aquilo que aconteceu naquela trágica circunstância cuja memória deve servir a fazer com que nunca mais se repitam semelhantes horrores e as pessoas se empenhem, a todos os níveis, contra qualquer forma de anti-semitismo e de discriminação, educando sobretudo as jovens gerações ao respeito e ao acolhimento recíproco. Convido também a rezar pelas vítimas de então e a unir-vos a mim no manifestar profunda solidariedade com o mundo judaico&#8221;.</p>
<p><strong>Situação no Congo</strong></p>
<p>O Papa recordou depois as &#8220;inquietantes notícias&#8221; que continuam a chegar da região do Kivu do Norte, na República Democrática do Congo. &#8220;Sangrentos confrontos armados e atrocidades sistemáticas provocaram e estão provocando numerosas vítimas entre os civis inocentes; destruições, saques e violências de todo o gênero constrangeram outras milhares de pessoas a abandonar mesmo aquele pouco que tinham para sobreviver&#8221;.</p>
<p>Calcula-se que os refugiados sejam atualmente mais de um milhão e meio, alertou o Papa. &#8220;A todos e a cada um desejo exprimir a minha particular proximidade, ao mesmo tempo que encorajo e bendigo quantos se estão empenhando em aliviar os seus sofrimentos, entre os quais menciono em particular os agentes pastorais daquela Igreja local&#8221;.</p>
<p>Bento XVI apresentou os seus pêsames às famílias enlutadas, assegurando a sua oração de sufrágio e concluiu com um apelo:<br />
&#8220;Renovo o meu fervoroso apelo para que todos colaborem em restabelecer a paz naquela terra desde há demasiado tempo martirizada, no respeito da legalidade e sobretudo da dignidade da pessoa humana&#8221;.</p>
<p><strong>Dedicação da Basílica</strong></p>
<p>Referindo-se à celebração do dia: a dedicação da Basílica de Latrão, considerada &#8220;mãe e cabeça de todas as Igrejas da Cidade de Roma e de todo o mundo. Trata-se, de fato, da primeira basílica a ser construída, depois do Édito do imperador Constantino que, em 313, concedeu aos cristãos a liberdade de praticar a sua religião. Ao lado foi construído a residência do bispo de Roma, onde os Papas viveram até ao século XIV. A festa da dedicação desta basílica, inicialmente celebrada só na cidade de Roma, foi estendida a todas as Igrejas de rito romano, no século XVI.</p>
<p>&#8220;Honrando o edifício sagrado, entende-se exprimir amor e veneração pela Igreja romana que, como afirma Santo Inácio de Antioquia, preside à caridade de toda a comunidade católica. Nesta solenidade a Palavra de Deus recorda uma verdade essencial: o templo de tijolos é símbolo da Igreja viva, a comunidade cristã, que já os Apóstolos Pedro e Paulo, nas suas cartas, entendiam como &#8216;edifício espiritual&#8217;, construído por Deus com as &#8216;pedras vivas&#8217; que são os cristãos, sobre o único alicerce que é Jesus Cristo, comparado por sua vez à &#8216;pedra angular&#8217;&#8221;.</p>
<p>&#8220;A beleza e a harmonia das Igrejas, destinadas a dar louvor a Deus, convida também a nós, seres humanos, limitados e pecadores, a convertermo-nos para formar um &#8216;universo&#8217;, uma construção bem ordenada, em estreita comunhão com Jesus, o verdadeiro Santo dos Santos&#8221;.</p>
<p>&#8220;A festa de hoje celebra um mistério sempre atual: que Deus quer edificar para si no mundo um templo espiritual, uma comunidade que o adore em espírito e verdade. Mas esta ocorrência recorda-nos também a importância dos edifícios materiais, nos quais se reúnem as comunidades para celebrar os louvores de Deus. Cada comunidade tem portanto o dever de conservar cuidadosamente os seus edifícios sagrados, que constituem um precioso patrimônio religioso e histórico&#8221;.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=271551</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>

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		<item>
		<title>A HORA DO &#8220;ÂNGELUS&#8221;</title>
		<link>http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/2008/11/02/a-hora-do-angelus-6/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 12:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[REFLEXÃO RELIGIOSA]]></category>

		<category><![CDATA[A HORA DO ÂNGELUS]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.52fm7.th8.us+A+HORA+DO+%26%238220%3B%C3%82NGELUS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.52fm7.th8.us)"></a>.
&#8220;DEIXA QUE OS MORTOS ENTERREM OS SEUS MORTOS!&#8221;
(Lucas, 9, 59-60).
Esta mensagem para o dia de hoje, Finados, tem o propósito de enfatizar que esta data deva ter o sentido único de SAUDADE e reverência aos entes queridos que se foram. 
&#62;
JAMAIS que este dia tenha a finalidade de evidenciar as POSSES que o mesmo deixou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.52fm7.th8.us+A+HORA+DO+%26%238220%3B%C3%82NGELUS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.52fm7.th8.us)"></a><div style="text-align: left"><strong><span style="font-size: 180%;color: #ff0000"><span style="font-size: large">.</span></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: 180%;color: #ff0000"><span style="font-size: large">&#8220;DEIXA QUE OS MORTOS ENTERREM OS SEUS MORTOS!&#8221;</span></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: 130%;color: #ff0000"><span style="font-size: medium">(Lucas, 9, 59-60).</span></span></strong></div>
<div><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><strong><span style="font-size: medium;color: #000000">Esta mensagem para o dia de hoje, Finados, tem o propósito de enfatizar que esta data deva ter o sentido único de SAUDADE e reverência aos entes queridos que se foram. </span></strong></span></div>
<div><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><strong><span style="font-size: medium;color: #000000">&gt;</span></strong></span></div>
<div><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><strong><span style="font-size: medium;color: #000000">JAMAIS que este dia tenha a finalidade de evidenciar as POSSES que o mesmo deixou na terra, a medida que os seus familiares cobrirão suas sepulturas com caríssimos mármores, granitos, vasos de bronze e imensos buquês de flores.</span></strong></span></div>
<div><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><strong></strong></span></div>
<div><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><strong><span style="font-size: medium;color: #000000">&gt;</span></strong></span></div>
<div><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><strong><span style="font-size: medium;color: #000000">Entendemos, também, que este sentido está contido em outra máxima Crística, narrada por Mateus (6, 19-20), válida para os que ficaram:</span></strong></span></div>
<div><strong><span style="font-size: 130%;color: #3333ff"><span style="font-size: medium">&gt;</span></span></strong></div>
<div><span style="font-size: 130%"></span></div>
<div><strong><span style="font-size: 180%;color: #ff0000"><span style="font-size: large">&#8220;19.<br />
Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam.<br />
20.<br />
Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam&#8221;.</span></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: 180%;color: #ff0000"><span style="font-size: large">&gt;</span></span></strong></div>

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		<title>EDITORIAL: BOLSA DE VALORES (EUA, MUNDO E NOVO &#8221;CRASH&#8221;)</title>
		<link>http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/2008/09/20/editorial-bolsa-de-valores-eua-mundo-e-novo-crash/</link>
		<comments>http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/2008/09/20/editorial-bolsa-de-valores-eua-mundo-e-novo-crash/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 12:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EDITORIAL]]></category>

		<category><![CDATA[INTERNACIONAL]]></category>

		<category><![CDATA[BOLSA DE VALORES]]></category>

		<category><![CDATA[BRASIL]]></category>

		<category><![CDATA[CAPITALISMO]]></category>

		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<category><![CDATA[MERCADO FINANCEIRO]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3223y.th8.us+EDITORIAL%3A+BOLSA+DE+VALORES+%28EUA%2C+MUNDO+E+NOVO+%26%238221%3BCRASH%26%238221%3B%29" title="Post to Twitter (www.3223y.th8.us)"></a>&#62;
CRISE FINANCEIRA GLOBAL

Mídia não ligou o alarme

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[Por Alberto Dines, em 19/9/2008].
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Não são muitos os países que exibem em seus quadros de altos executivos um jornalista-banqueiro. O Brasil tem este privilégio – e Alcides Amaral, ex-presidente do Citibank, diplomado em jornalismo pela Cásper Líbero, mostrou na quinta-feira (18/9), na página A-12 do jornal Valor Econômico, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3223y.th8.us+EDITORIAL%3A+BOLSA+DE+VALORES+%28EUA%2C+MUNDO+E+NOVO+%26%238221%3BCRASH%26%238221%3B%29" title="Post to Twitter (www.3223y.th8.us)"></a><div>&gt;<br />
<strong><span style="font-size: large;color: #ff0000">CRISE FINANCEIRA GLOBAL</span></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: large;color: #ff0000">Mídia não ligou o alarme<br />
</span></strong></div>
<div>.</div>
<div>[Por Alberto Dines, em 19/9/2008].<br />
.</div>
<div>.</div>
<div>Não são muitos os países que exibem em seus quadros de altos executivos um jornalista-banqueiro. O Brasil tem este privilégio – e Alcides Amaral, ex-presidente do Citibank, diplomado em jornalismo pela Cásper Líbero, mostrou na quinta-feira (18/9), na página A-12 do jornal Valor Econômico, os seus duplos atributos com uma análise contundente da crise financeira [ver abaixo].<br />
Fala-se muito em crise sistêmica, mas o nosso jornalista-banqueiro aponta as falhas humanas como principal responsável pela catástrofe. Segundo Alcides Amaral, as falhas começaram com as agências de ratings – os radares do sistema que não conseguiram entender o que se passava antes e depois do estouro da bolha hipotecária em fevereiro de 2007.<br />
A principal acusada por Alcides Amaral é &#8220;a filosofia do bônus que imperou de forma irresponsável por todo o sistema financeiro. Bônus de milhões de dólares para aqueles mágicos que estavam gerando expectativa de lucros fabulosos para as suas instituições&#8221;.<br />
<strong><span style="font-size: medium;color: #ff0000">Função crítica</span></strong><br />
A irresponsável &#8220;filosofia do bônus&#8221; subverteu as normas de trabalho: salários eram ínfimos se comparados com as bonificações, ninguém pensava no ano seguinte, apenas no balancete do fim do mês. O bônus criou uma euforia que se ajustava muito bem ao ciclo de prosperidade da economia mundial.<br />
Nosso colega, porém, não discute o papel da mídia na crise. Pode-se dizer que a mídia falhou ao abandonar sua função crítica, preferiu pegar carona na bolha imobiliária. Para vender ou comprar imóveis é preciso anunciar imóveis, financiamentos e créditos generosos.<br />
Qual o jornalista que teria a coragem de ligar o alarme no meio do fantástico faturamento do seu veículo com publicidade imobiliária? O resultado é esta reprise do crash de 1929.</div>
<div> </div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</div>
<div> </div>
<div> <br />
<strong><span style="font-size: large;color: #ff0000">O fator humano na crise americana</span></strong></div>
<div>
 </div>
<div>O estouro da bolha imobiliária americana gerou prejuízos enormes para os bancos dos países ricos. Os americanos, especialmente Citigroup e Merrill Lynch, e o UBS (suíço), foram aqueles que até agora registraram as maiores perdas – todas superiores a US$ 35 bilhões – e, o pior, não vai parar por aí. Estimava-se pessimistamente que a provisão global dos bancos com o estouro da bolha, que ficou mais conhecida como a crise do subprime, seria de US$ 500 bilhões, e hoje já há quem multiplique por três ou por quatro esse valor face ao alastramento dos problemas, atingindo moradias de maior valor, cartões de crédito, empréstimos pessoais etc. Foi um gigantesco castelo de cartas que desmoronou, pegou a todos de surpresa pelas cifras envolvidas e não há dúvida de que o sistema financeiro do Primeiro Mundo será, doravante, bem diferente.<br />
Pois bem, esse é o lado financeiro da crise que mais preocupa a mídia e os analistas. Pouco ou nada se falou, até agora, do &#8220;fator humano&#8221; da crise, onde milhões perderam e alguns milhares ganharam.<br />
Inicialmente, é bom que se diga que nunca na história do sistema financeiro internacional se viu tanta incompetência ao mesmo tempo. O Fed , que tem como uma das suas principais funções fiscalizar os bancos, não viu a bolha crescer e, depois que ela estourou, não teve alternativa que não despejar bilhões de dólares para dar liquidez ao sistema e segurar os grandes bancos comerciais e de investimento dos EUA. Como dizem os amigos do Tio Sam, esses bancos – Citi, Merrill Lynch etc – são &#8220;too big to fail&#8221;. Portanto, falha imperdoável de análise dos técnicos do Fed, que por certo ganharam atrativos bônus antes da bolha estourar.<br />
As companhias de ratings também não foram capazes de enxergar um palmo à frente do nariz nas suas análises. Com ratings de investment grade, motivaram muitos a comprarem tais papéis lastreados em hipotecas de pessoas das classes C e D. Também ganharam seus polpudos bônus e agora assistem tranqüilos o castelo de cartas desmoronar.<br />
Nos bancos, as coisas não foram diferentes. Cada um deles possui auditoria interna independente que verifica periodicamente a qualidade da carteira de crédito da sua instituição. Também foram envolvidos pela euforia global, receberam seus bônus e os seus bancos estão hoje tendo que amargar pesadas perdas por mais essa prova de incompetência.<br />
<strong>Crença no milagre</strong><br />
Como podemos verificar , em termos de supervisão, houve uma falha coletiva que levou o americano a pensar que se tornara rico da noite para o dia. Conversando com um motorista de táxi em Nova York, no outono de 2006, perguntei a ele se não estava preocupado com a valorização – que a mim já parecia excessiva – dos imóveis nos Estados Unidos. Respondeu-me que sim, que comprou sua casa financiada por US$ 300 mil e que, naquele momento, valia US$ 700 mil. Acreditava que um ajuste iria ocorrer, e que o preço de sua moradia iria cair para uns US$ 500 mil. Hoje, infelizmente, deve ser um daqueles que está &#8220;sem teto&#8221;, devido à queda do valor dos imóveis e à completa falta de liquidez. Assim como esse motorista, milhões de americanos de baixo poder aquisitivo viram seu sonho de possuir sua casa própria (juro atraente e prazos de até 30 anos) transformar-se em pesadelo.<br />
Não bastasse, a ânsia de ganhar dinheiro mais rápido fez com que milhões de americanos fossem aos seus bancos e tomassem a segunda e, depois, a terceira hipoteca sobre o mesmo imóvel, para comprar casa na praia, mobiliário novo, viajar etc. E, assim, os bancos aumentaram suas carteiras de crédito de forma agressiva, o que, na teoria, geraria muito mais lucro nos anos seguintes. Esses gerentes também ganharam seus polpudos bônus e, por tabela, toda sua linha de supervisão até chegar ao chairman da instituição financeira. Lucros gigantescos – até aquele momento –, bônus igualmente gigantescos.<br />
O que a crise imobiliária evidenciou claramente é que a &#8220;filosofia do bônus&#8221; imperou de forma irresponsável por todo o sistema financeiro. Bônus de milhões de dólares para aqueles &#8220;mágicos&#8221; que estavam gerando a expectativa de lucros fabulosos para suas instituições. Esse foi o grande mal do sistema, pois o bônus passou a ser muito mais importante do que o salário. Estruturas criativas são elaboradas, bilhões de dólares são teoricamente gerados e, da noite para o dia, milhares de jovens executivos e seus ausentes superiores tornam-se milionários.<br />
Enquanto isso, o &#8220;povão&#8221; – que existe também por lá, não só por aqui – perdeu tudo o que tinha, pois acreditou no milagre da casa própria. Como o ex-famoso Greenspan baixou a taxa de juro para 1% ao ano, todos voltaram-se para o mercado imobiliário, pois os investimentos financeiros pouco rendiam.<br />
<strong>Resultados efetivos</strong><br />
O que causa maior espanto é que os banqueiros, aqueles responsáveis pelas instituições que amargaram prejuízos de bilhões de dólares, mesmo demitidos (ou chamados a se demitirem), saíram dos bancos mais ricos do que entraram. Não foram capazes de avaliar que toda bolha um dia estoura e foram premiados pela aposentadoria precoce. Quem trabalha 35/40 anos em uma empresa, aposenta-se com algum benefício, mas longe de tornar-se rico. Lá na cúpula dos bancos o tratamento é diferente. Ao invés de saírem &#8220;algemados&#8221;, deixam os bancos com os bolsos carregados de dólares, além de benefícios adicionais. Diante dessa realidade, a pergunta que fica é: onde está a vantagem de trabalhar honesta e corretamente a vida inteira diante dessa extraordinária injustiça?<br />
Enfim, esse é mais ou menos o quadro de como ficou o &#8220;fator humano&#8221; diante dessa crise toda que ainda está por aí e não irá desaparecer tão cedo. O pobre, aquele cidadão que viu a possibilidade de ter sua casa própria, ficou pior do que estava. E aqueles que criaram o problema, ganharam bônus significativos e tocam suas vidas sem maiores preocupações.<br />
Não temos nada contra premiar boa performance com bônus, muito pelo contrário. Mas devemos fazê-lo com moderação, baseados em contribuição e resultados efetivos, e não na expectativa de lucros fabulosos.</div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</div>
<div>[Alcides Amaral # reproduzido do Valor Econômico, 18/9/2008; intertítulos do OI.</div>
<div>Alcides Amaral é jornalista, ex-presidente do Citibank S/A e autor do livro Os limões da minha limonada]<br />
***</div>
<div><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=503IMQ006">http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=503IMQ006</a></div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</div>

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		<title>A HORA DO &#8221;ÂNGELUS&#8221;</title>
		<link>http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/2008/07/20/a-hora-do-angelus-5/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 13:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[IGREJA CATÓLICA]]></category>

		<category><![CDATA[REFLEXÃO RELIGIOSA]]></category>

		<category><![CDATA[A HORA DO ÂNGELUS]]></category>

		<category><![CDATA[ABUSO SEXUAL]]></category>

		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>

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Abusos sexuais devem ser condenados de modo inequívoco, afirma Bento XVI


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[sábado: 19 de julho de 2008].
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Na missa que celebrou na catedral de Sydney, na manhã deste sábado, 19, o papa Bento XVI condenou os abusos sexuais cometidos por padres e religiosos na Austrália contra crianças e adolescentes. “Desejo abrir aqui um parêntesis para confessar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.my4dm.th8.us+A+HORA+DO+%26%238221%3B%C3%82NGELUS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.my4dm.th8.us)"></a><div class="post-body entry-content">
<div>.<br />
<strong><span style="font-size: 180%;color: #000099"><span style="font-size: large">Abusos sexuais devem ser condenados de modo inequívoco, afirma Bento XVI</span></span></strong></div>
<div><span style="color: #000099"></span></div>
<div><span style="color: #000099"></span></div>
<div><span style="color: #000099">&gt;</span></div>
<div><span style="color: #000099">&gt;</span></div>
<div><span style="color: #000099">[sábado: 19 de julho de 2008].</span></div>
<div>&gt;<br />
<span style="color: #000099">Na missa que celebrou na catedral de Sydney, na manhã deste sábado, 19, o papa Bento XVI condenou os abusos sexuais cometidos por padres e religiosos na Austrália contra crianças e adolescentes. “Desejo abrir aqui um parêntesis para confessar a vergonha que todos sentimos depois dos abusos sexuais sobre menores cometidos por alguns sacerdotes e religiosos desta nação”, disse.<br />
“Estes agravos, que constituem tão grave traição da confiança, devem ser condenados de modo inequívoco. Causaram grande sofrimento e prejudicaram o testemunho da Igreja”, afirmou. Segundo o papa, os responsáveis por tais males “devem ser levados diante da justiça”, enquanto as vítimas devem receber “compaixão e tratamento”.<br />
Durante a missa, Bento XVI consagrou o altar da catedral e chamou a atenção também para a tentação de colocar Deus à parte. “Muitas vezes encontramo-nos imersos num mundo que deseja pôr Deus à parte. Em nome da liberdade e autonomia humanas, o nome de Deus é passado em silêncio, a religião fica reduzida à devoção pessoal e a fé é banida da praça pública”, acentuou.<br />
</span></div>
<div><span style="color: #000099"><strong><span style="color: #000000">&gt;</span></strong></span></div>
<div><span style="color: #000099"><strong><span style="color: #000000">Vigília<br />
</span></strong>À tarde, o papa se dirigiu ao Hipódromo de Randwick, onde teve início a Vigília de Oração, ponto alto da XXIII Jornada Mundial da Juventude, que se realiza em Sydney desde o dia 15.<br />
”Nesta noite, rezo por vocês e pelos jovens de todos os cantos do mundo. Deixem-se inspirar pelo exemplo dos seus santos padroeiros. Acolham em seus corações e em suas mentes os sete dons do Espírito Santo. Reconheçam e acreditem na força do Espírito Santo em suas vidas”, disse Bento XVI, saudando os milhares de jovens que ficarão em vigília toda a noite até às 10h (horário local) de amanhã, quando o papa celebrará a missa de encerramento do evento.<br />
“Queridos jovens, o Espírito Santo realiza a maravilhosa comunhão dos fiéis em Cristo. Por sua natureza de doador de graças e dons, agora Ele atua por meio de vocês; façam com que o amor unificante seja a sua medida, o seu desafio, a sua missão. Os dons do Espírito imprimem a direção e a definição do nosso testemunho”, exortou.<br />
Ao final de seu discurso, o papa saudou os jovens em várias línguas. Aos de língua portuguesa ele conclamou a receberem o Espírito Santo para serem Igreja. “Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo”.<br />
O assessor do Setor Juventude da CNBB, padre Gisley Azevedo, falou do clima de emoção que marcou a espera do papa para a Vigília. “Que coisa maravilhosa! Milhares de jovens acampados numa noite de muito frio, esperando o papa para a Vigília. Depois ficarão acampados à noite toda até a missa de encerramento da jornada. É linda essa galera jovem!”, classificou.<br />
A Vigília prossegue toda a noite com a Adoração do Santíssimo Sacramento, alternada com orações, cantos e momentos de reflexão. No Brasil, em algumas dioceses, os jovens também farão vigília na noite de hoje, entrando em comunhão com os jovens que estão em Sydney.</span></div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</div>
<div><a href="http://www.cnbb.org.br/index.php?op=noticia&amp;subop=18145"><span style="color: #de7008">http://www.cnbb.org.br/index.php?op=noticia&amp;subop=18145</span></a></div>
</div>

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		<title>EDITORIAL: &#8221;DECIFRA-ME OU TE DEVORO&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 13:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CORRUPÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3bozt.th8.us+EDITORIAL%3A+%26%238221%3BDECIFRA-ME+OU+TE+DEVORO%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.3bozt.th8.us)"></a>Sábado, Julho 19, 2008

EDITORIAL: &#8220;DECIFRA-ME OU TE DEVORO&#8221;
&#62;
O caminho da impunidade
Uma série de notícias mais ou menos discretas, comentários e citações, publicada hoje pelos jornais, oferece a pista para o leitor sobre a direção que está sendo dada ao volumoso inquérito que a Polícia Federal batizou de Satiagraha. Um detalhe está em declaração do ministro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3bozt.th8.us+EDITORIAL%3A+%26%238221%3BDECIFRA-ME+OU+TE+DEVORO%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.3bozt.th8.us)"></a><h2 class="date-header">Sábado, Julho 19, 2008</h2>
<div class="post hentry uncustomized-post-template"><a name="2297227417476984850"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://professormedeiros.blogspot.com/2008/07/editorial.html">EDITORIAL: &#8220;DECIFRA-ME OU TE DEVORO&#8221;</a></h3>
<div class="post-body entry-content">&gt;</p>
<div><strong><span style="font-size: 180%;color: #ff0000"><span style="font-size: large">O caminho da impunidade</span></span></strong></div>
<div>Uma série de notícias mais ou menos discretas, comentários e citações, publicada hoje pelos jornais, oferece a pista para o leitor sobre a direção que está sendo dada ao volumoso inquérito que a Polícia Federal batizou de Satiagraha. Um detalhe está em declaração do ministro da Justiça, Tarso Genro. Ele afirmou ontem a uma emissora de rádio, e a Folha de S.Paulo reproduz hoje, que o relatório apresentado pelo delegado Protógenes Queiroz para fundamentar os pedidos de prisão preventiva que tanto sensibilizaram altas figuras da República, indicavam &#8220;instabilidade na forma de conduzir as questões&#8221;. Os advogados do banqueiro Daniel Dantas com certeza já correram atrás da gravação da declaração de Tarso Genro.</div>
<div>&gt;</div>
<div>Ora, <strong><span style="font-size: 130%;color: #ff0000"><span style="font-size: medium">se o próprio ministro da Justiça coloca sob suspeita o equilíbrio de seu subordinado, responsável pelo inquérito, não fica difícil para os defensores oficiais de Dantas desmontarem a acusação.</span></span></strong></div>
<div>&gt;</div>
<div><strong><span style="font-size: 130%;color: #000099"><span style="font-size: medium">Faltaria pouco para alguém demonstrar que não houve fraudes, que a tentativa de corrupção era brincadeira, que o instável delegado agiu movido por sentimentos mesquinhos e que Daniel Dantas merece, na verdade, ser beatificado</span></span></strong>.</div>
<div>&gt;</div>
<div>Outro detalhe do noticiário pode levantar no leitor e cidadão uma suspeita ainda mais grave. O <strong><span style="color: #ff0000">presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, permitiu que o <span style="color: #000099">senador Heráclito Fortes</span>, do Partido Democratas, citado no inquérito, tenha acesso aos autos. A razão é simples:</span></strong> <strong><span style="color: #000099">o parlamentar é apontado no inquérito como lobista do grupo Opportunity. </span></strong>Dessa forma, o senador fica oficialmente incluído no rol dos investigados. Se Heráclito Fortes quiser, poderá requerer que o caso seja transferido das mãos do juiz Fausto Martin de Sanctis para o Supremo Tribunal Federal. <strong><span style="color: #ff0000">Como se sabe, Dantas andou alardeando que temia apenas a Polícia Federal e a primeira instância da Justiça, e que no STF as coisas andariam a seu favor. </span></strong>Os jornais seguem publicando novas descobertas de irregularidades no banco controlado por Daniel Dantas.<br />
Revela-se, por exemplo, que o Banco Central registra operações suspeitas no Opportunity desde 2002. <strong><span style="color: #ff0000">Está nas mãos do <span style="color: #000099">senador Heráclito Fortes</span>, que já se declarou publicamente amigo de Daniel Dantas, transferir o processo para o ambiente onde o banqueiro se sente seguro</span></strong>. Está nas mãos da imprensa investigar por que Dantas faz pouco caso da Suprema Corte. Mais uma trapalhada.</div>
<div>A aparição do presidente da República na televisão, com olhar transtornado, exigindo que o delegado Protógenes Queiroz reassuma o caso Daniel Dantas ou peça para sair foi uma decisão equivocada. A divulgação de trechos da conversa na reunião que decidiu pelo afastamento do delegado só aumenta a confusão.</div>
<div>.</div>
<div>.</div>
<div>.</div>
<div><em>Alberto Dines</em>:- A sociedade brasileira só acredita em grampos e vazamentos – é o que se deduz da esdrúxula idéia do governo de gravar a reunião da cúpula da Polícia Federal e distribuí-la para a imprensa. Se a intenção era mostrar que o governo não forçou o delegado Protógenes Queiroz a se afastar da Operação Satiagraha, o resultado foi oposto: a reunião durou três horas, a Polícia Federal só divulgou quatro minutos, descontínuos, que não provam coisa alguma. Uma nota pública da PF junto com uma declaração escrita do delegado teriam mais credibilidade e não correriam o risco de serem ridículas. A verdade é que o conceito em sânscrito de Satiagraha, &#8220;vontade e firmeza&#8221;, corre o risco de ser traduzido para o português como &#8220;enorme trapalhada&#8221;. Nunca, em tão curto tempo, cometeram-se tantos desatinos como neste caso. <strong><span style="color: #ff0000">O que deixou o <span style="color: #000099">Executivo</span> constrangido não foi o conflito entre o presidente do STF e um juiz de primeira instância, foi o vazamento de um relatório protegido pelo segredo de justiça que <span style="color: #000099">atingiu o <em>staff </em>da presidência da República</span>.</span></strong> Se desejasse mostrar firmeza o governo deveria prontamente punir os autores do vazamento. Não o fez porque teria que punir com a mesma severidade aqueles que vazaram o dossiê com os supostos gastos do presidente FHC. A mídia que se serve de vazamentos – porque não quer ou não sabe investigar – prefere passar ao largo de uma discussão crucial em benefício do interesse público. O único a mexer-se até agora foi senador Expedito Júnior, de Roraima, que resolveu fazer uma emenda ao projeto de lei para controlar abusos com grampos. Como é da base aliada, não quer castigar os vazadores, quer punir o veículo de comunicação que divulgar o vazamento. Expedito Júnior está oferecendo um novo modelo de mordaça. Ao invés de obrigar o governo a respeitar o Estado de Direito, quer acabar com ele.</div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</div>
<div>Postado por Luciano Martins Costa em 18/7/2008 às 8:34:35 AM</div>
<div>.</div>
<div>.</div>
<div>.</div>
<div>
<span style="font-size: medium"><strong><span style="font-size: 130%;color: #ff0000">Os mal-informados informam</span></strong><br />
</span></div>
<div>
Pergunto a um experiente colega, que ocupa cargo de primeira linha em um dos principais jornais brasileiros:<br />
“Você se considera bem informado sobre o caso Daniel Dantas?”<br />
“Em linhas gerais”, responde.<br />
Muito pouco para quem está no ofício de informar.<br />
E o pior é que, desde a entrada em cena da Operação Satiagraha, o grosso da informação é vazamento – que os jornais e os leitores, como Alberto Dines foi o primeiro a ressaltar, aceitam de bom grado.<br />
E nem tudo que vaza é potável, ou tem o mesmo sabor.<br />
Tome-se o caso do afastamento do delegado Protógenes Queiroz. Vazou para a imprensa inteira que, na reunião dos federais da qual ele saiu saído – e foi para isso que ela se deu –, Protógenes falou em continuar trabalhando na investigação nos fins de semana [porque de segunda a sexta ficaria em Brasília para completar um curso que iniciara em março].<br />
Para a Folha, isso significa que “sentindo-se desautorizado, o delegado decidiu precipitar sua saída…”.<br />
Para o Estado, isso signfica que “Protógenes resistiu o quanto pôde e chegou a se oferecer para trabalhar só nos finais de semana”. E, reiterando, dois parágrafos adiante: “Ele concordou em sair de foco da crise e da mídia, mas sem se desligar do comando do caso…”.<br />
<strong><span style="color: #ff0000">Ontem, o presidente Lula desancou o policial, chamando-o de “esse cidadão”</span></strong> – como se, de livre e espontânea vontade, ele tivesse resolvido tirar o time de campo, deixando no ar um serviço começado quatro anos atrás.<br />
A imprensa pode só saber “em linhas gerais” o que vai pelo caso Dantas. Mas sabe – e sabe porque foi informada disso – que, naquela mesma segunda-feira, <strong><span style="color: #ff0000">Lula aprovou a remoção do delegado, numa conversa com o ministro da Justiça, Tarso Genro.<br />
</span></strong>Como a Folha titulou: “Presidente havia avalizado afastamento na 2a”.<br />
A imprensa também já tinha sido deliberadamente informada de que, em dobradinha com o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa – o tal que saiu de férias em meio ao tiroteio -–, <strong><span style="color: #ff0000">Tarso armava a guilhotina para decepar o cabeça do inquérito contra Dantas e companhia bela.<br />
</span></strong>Em linhas gerais, é isso aí.</div>
<div>&gt;<br />
P.S.<br />
Enquanto atola a barca, ganha o dia o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, com a seguinte constatação:<br />
“Há deputados e senadores que vazam mais que chuveiro, tem ministros de tribunais superiores que falam mais com a imprensa do que nos autos, tem Polícia Federal que age fora da lei, tem Ministério Público que às vezes também abusa de sua autoridade.”</div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</div>
<div>[Postado por Luiz Weis em 17/7/2008 às 4:35:27 PM].</div>
<div>&gt;</div>
</div>
</div>

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		<title>A HORA DO &#8221;ÂNGELUS&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 12:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[REFLEXÃO RELIGIOSA]]></category>

		<category><![CDATA[A HORA DO ÂNGELUS]]></category>

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As duas bacias (*)
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Os objetos tem valor em si, mas também seu valor se torna diferente, a partir do significado que lhe damos. Assim, uma bacia tem sentido em si, mas adquire significados diferenciados nas mãos de Pilatos e de Jesus. A bacia de Pilatos serve para a autojustificação. Seu valor é voltado para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.rnc5w.th8.us+A+HORA+DO+%26%238221%3B%C3%82NGELUS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.rnc5w.th8.us)"></a><div class="post-body entry-content">
<div style="text-align: left">&gt;</div>
<div style="text-align: center">
<strong><span style="font-size: 180%;color: #000099"><span style="font-size: large">As duas bacias</span></span></strong> (*)</div>
<p>&gt;<br />
&gt;</p>
<div><span style="font-size: 130%;color: #000099"><span style="font-size: medium">Os objetos tem valor em si, mas também seu valor se torna diferente, a partir do significado que lhe damos. Assim, uma bacia tem sentido em si, mas adquire significados diferenciados nas mãos de Pilatos e de Jesus. A bacia de Pilatos serve para a autojustificação. Seu valor é voltado para o egoísmo. Pega um significado de acusação contra o povo presente. Ele quis dizer que considerou Jesus livre de culpa, mas o condena porque os representantes do povo o exigem. “Sou inocente do sangue desse homem” (Mt 27, 24). A bacia de Jesus é sublime, porque é altruísta. O Mestre pensa no bem dos discípulos, não em si. Ao lhes lavar os pés quis mostrar que devemos ser serviçais uns para com os outros, aliviando as imperfeições que cada um carrega. Ao fazer ablução na bacia, o governador romano olha para si, querendo purificar-se a si diante da multidão. Jesus olha para os outros. Quer tirar as poeiras e as imperfeições dos outros, e ainda enxuga os pés com uma toalha. Quer vê-los em pureza completa. A bacia serviu para um ensinamento que beneficia os séculos.<br />
O Ministério da Saúde vai fornecer 400 máquinas (só?) para distribuir camisinhas nas escolas. Certamente se apóia na opinião de muitas mães, que aprovam tal medida. Elas querem livrar suas filhas da gravidez indesejada e da praga da aids. O poder público, para se livrar de acusações, confirma, sim, que os fins justificam os meios. Ao mesmo tempo em que livra as jovens da gravidez, também estimula a libertinagem sexual, o desprezo pela família estável, o pouco caso pela fidelidade conjugal, a superação dos tradicionais “bons costumes”. Assim, a escola, em vez de elevar os formandos para um nível mais civilizado, declara sua falência. O Ministério está dizendo que hoje em dia não se segura mais a devassidão moral. Isto é, a escola não consegue mais educar. E a moral cristã, com suas propostas de retidão de costumes para os jovens, de castidade, de guardar-se para a pessoa amada, de construir uma família estável e duradoura, fica como uma proposta de um mundo futuro. Essa é a única proposta honesta a ser feita. É uma proposta pelo bem dos educandos.</span></span></div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
(*) Dom Aloísio Roque; <em>Oppermann</em> scj, Arcebispo de Uberaba (MG).</div>
<div><a href="http://www.cnbb.org.br/index.php?op=pagina&amp;chaveid=010c0000380"><span style="color: #de7008">http://www.cnbb.org.br/index.php?op=pagina&amp;chaveid=010c0000380</span></a></div>
<div>&gt;
</div>
</div>
<p> </p>
<p> </p>

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		<title>PF/OPERAÇÕES FRUSTADAS [In:] &#8221;OS ESCANDÂLOS NOSSOS DE CADA DIA&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 11:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CORRUPÇÃO]]></category>

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		<category><![CDATA[CELSO PITTA]]></category>

		<category><![CDATA[DANIEL DANTAS]]></category>

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Os mesmos de sempre e a culpa da imprensa
 
 Os mesmos de sempre: parecem personagens de um interminável seriado. Mudam os montantes dos assaltos, mudam os ambientes e os truques, mas a história é a mesma: lucros fabulosos com operações altamente sofisticadas, sempre ilegais.  
 
Os trambiques de Naji Nahas já têm quase duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3bb5o.th8.us+PF%2FOPERA%C3%87%C3%95ES+FRUSTADAS+%5BIn%3A%5D+%26%238221%3BOS+ESCAND%C3%82LOS+NOSSOS+DE+CADA+DIA%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.3bb5o.th8.us)"></a><p style="text-align: center"><strong><span class="art_cham">DANTAS, NAHAS &amp; PITTA</span><br />
<span class="art_tit">Os mesmos de sempre e a culpa da imprensa</span></strong></p>
<p> </p>
<p><span class="art_tit"><span class="art_texto"> Os mesmos de sempre: parecem personagens de um interminável seriado. Mudam os montantes dos assaltos, mudam os ambientes e os truques, mas a história é a mesma: <strong>lucros fabulosos com operações altamente sofisticadas, sempre ilegais. </strong></span></span> </p>
<p> </p>
<p>Os trambiques de <strong>Naji Nahas</strong> já têm quase duas décadas, <strong>Daniel Dantas</strong> protagoniza o noticiário dos escândalos há três lustros e o novato <strong>Celso Pitta</strong> enrosca-se em negócios escusos há quase oito anos.</p>
<p>Chamá-los de incorrigíveis e reduzir esta persistência a uma compulsão pela imoralidade é uma forma de minimizar o fenômeno e retirar dele o aspecto sistêmico e institucional.</p>
<p>A culpa pela impunidade não é da imprensa, mesmo se quisesse não poderia acompanhar todos os escândalos simultaneamente, há tanto tempo. As sucessivas reprises e repetecos têm causas bem definidas: a lentidão da Justiça, que leva uma eternidade para dizer quem é inocente e quem é culpado, e a fascinação de grupos próximos ao poder pelos &#8220;gênios&#8221; políticos e financeiros que se infiltram nos gabinetes com idéias mirabolantes.</p>
<p>É preciso não esquecer que o mensalão, onde começou o novo capítulo da biografia de Daniel Dantas, foi criado por outro gênio, o lobista <strong>Marcos Valério</strong>, por sua vez estimulado pelos gênios que pretendiam criar num passe de mágica uma maioria no Congresso.</p>
<p>O escândalo da <strong>Varig</strong> resultou da preguiça das autoridades em encontrar uma solução rigorosa e honesta para salvar a companhia aérea.</p>
<p><strong>Zuleido Veras</strong>, o dono da Gautama, inventou um nome místico para uma fabulosa engenharia sem obras.</p>
<p>Atrás de cada escândalo há um fraudador brilhante, criativo e um séquito de advogados, executivos e políticos fascinados pela facilidade em embolsar indevidamente grandes quantias.</p>
<p>A imprensa só tem uma culpa: a de não conseguir levar a todos os recantos e grotões a bandeira da decência e da probidade.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>[<span class="art_autor">Por <em>Alberto Dines</em> em 10/7/2008. </span><span class="art_olho2">Comentário para o programa <em>OI no Rádio</em>, no ar em 10/07/08].</span></p>
<p><span class="art_olho2"><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=493JDB011">http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=493JDB011</a></span></p>

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		<title>PF/OPERAÇÃO SATIAGRAHA: &#8221;LIBERTAS&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 12:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CORRUPÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[JUDICIÁRIO]]></category>

		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

		<category><![CDATA[GILMAR MENDES]]></category>

		<category><![CDATA[OPERAÇÃO SATIAGRAHA]]></category>

		<category><![CDATA[POLÍCIA FEDERAL]]></category>

		<category><![CDATA[STF-SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.f4w72.th8.us+PF%2FOPERA%C3%87%C3%83O+SATIAGRAHA%3A+%26%238221%3BLIBERTAS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.f4w72.th8.us)"></a>
STF decide pela liberação de Daniel Dantas e mais 10 pessoas
[da Folha Online ]

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, decidiu pela liberação do empresário Daniel Dantas, de Verônica Dantas (irmã e parceira de negócios), e de mais nove pessoas presas na terça na Operação Satiagraha da Polícia Federal.
Na decisão, Mendes considera &#8220;desnecessária&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.f4w72.th8.us+PF%2FOPERA%C3%87%C3%83O+SATIAGRAHA%3A+%26%238221%3BLIBERTAS%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.f4w72.th8.us)"></a><div id="articleBy">
<p style="text-align: center"><strong>STF decide pela liberação de Daniel Dantas e mais 10 pessoas</strong><!--/TITULO--></p>
<p>[da <strong><em>Folha Online</em></strong> ]</p>
</div>
<p>O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), <strong>Gilmar Mendes</strong>, decidiu pela liberação do empresário Daniel Dantas, de Verônica Dantas (irmã e parceira de negócios), e de mais nove pessoas presas na terça na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/operacaosatiagraha/">Operação Satiagraha</a> da Polícia Federal.</p>
<p>Na decisão, Mendes considera &#8220;desnecessária&#8221; a prisão preventiva dos suspeitos, pois não há ameaça às provas colhidas durante a operação da Polícia Federal.</p>
<p>&#8220;Ainda que tais fundamentos fossem suficientes, o tempo decorrido desde a deflagração da operação policial indica a desnecessidade da manutenção da custódia temporária para garantir a preservação dos elementos probatórios.&#8221;</p>
<p>A operação cumpriu na terça-feira 24 mandados de prisão após investigação de suposta prática dos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, evasão de divisas, formação de quadrilha e tráfico de influência para a obtenção de informações privilegiadas em operações financeiras.</p>
<p>Mais cedo Mendes autorizou que os advogados de defesa do banqueiro tivessem o direito ao acesso aos autos que envolvem as denúncias contra Dantas. O presidente do STF recebeu na tarde desta quarta-feira as informações que solicitou à na 6ª Vara Criminal da Seção Judiciária.</p>
<p>Além de <strong>Dantas </strong>e <strong>Verônica</strong>, foram libertados<strong> Daniele Silbergleid Ninnio, Arthur Joaquim de Carvalho, Carlos Bernardo Torres Rodenburg, Eduardo Penido Monteiro, Dório Ferman, Itamar Benigno Filho, Norberto Aguiar Tomaz, Maria Amália Delfim de Melo Coutrin, Rodrigo Bhering de Andrade</strong>.</p>
<p>Há quatro anos a Operação Satiagraha investiga suposta prática dos crimes em operações financeiras. Além de <strong>Dantas</strong>, a PF prendeu ontem o ex-prefeito de São Paulo <strong>Celso Pitta</strong>, o investidor <strong>Naji Nahas</strong> e outras 14 pessoas. A decisão do STF não beneficia Nahas e Pitta.</p>
<p>Também foram apreendidos documentos, computadores, veículos e dinheiro em espécie que ainda está sendo contabilizado. Somente em um local foram apreendidos cerca de R$ 1,1 milhão.</p>
<p><strong>Investigação</strong></p>
<p>Na apuração foram identificadas pessoas e empresas supostamente beneficiadas no esquema montado pelo empresário Marcos Valério para intermediar e desviar recursos públicos. Com base nas informações e em documentos colhidos em outras investigações da Polícia Federal, os policiais apuraram a existência de uma organização criminosa, supostamente comandada por Daniel Dantas, envolvida com a prática de diversos crimes.</p>
<p>Para a prática dos delitos, o grupo teria possuído empresas de fachada. As investigações ainda descobriram que havia uma segunda organização, formada por empresários e doleiros que supostamente atuavam no mercado financeiro para lavagem de dinheiro. O segundo grupo seria comandado pelo investidor Naji Nahas.</p>
<p>Além de fraudes no mercado de capitais, baseadas principalmente no recebimento de informações privilegiadas, a organização teria atuado no mercado paralelo de moedas estrangeiras. Há indícios inclusive do recebimento de informações privilegiadas sobre a taxa de juros do Federal Reserve (Fed, o BC americano).</p>
<p>Os presos na operação devem ser indiciados sob as acusações de lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas, sonegação fiscal e formação de quadrilha.</p>
<p><strong>Dantas</strong></p>
<p>O Ministério Público Federal acusa o grupo do banqueiro Daniel Dantas de ter movimentado, entre 1992 e 2004, quase US$ 2 bilhões por meio do Opportunity Fund, uma offshore no paraíso fiscal das Ilhas Cayman, no Caribe. Dantas foi preso no Rio, juntamente com sua mulher &#8211;tida como &#8220;laranja&#8221; do marido&#8211;, a irmã dele e o cunhado.</p>
<p>&#8220;Essa organização criminosa tinha como seu líder o Daniel Dantas&#8221;, disse Protógenes Queiroz, delegado da Polícia Federal responsável pelas investigações. &#8220;Nós nos deparamos, primeiramente com um grupo de pessoas e depois com uma organização criminosa muito bem estruturada&#8221;, reiterou.</p>
<p>O advogado de Dantas, Nélio Machado, afirmou que a operação é resultado de uma &#8220;perseguição implacável&#8221; de representantes do setor público a seu cliente. Machado acusa representantes do setor público de perseguirem seu cliente. Ele disse acreditar que a operação da PF é decorrência da briga societária envolvendo Brasil Telecom e a Telecom Itália.</p>
<p>Dantas fundou o grupo Opportunity em 1993. O banqueiro ganhou notoriedade ao se associar com o Citigroup, para se tornarem sócios do consórcio que venceu a concessão de telefonia que criou a Brasil Telecom. Depois iniciaram uma disputa societária que só terminou com a venda da empresa para a Oi (ex-Telemar) no início deste ano. Durante essa disputa foi acusado, entre outras coisas, de espionagem.</p>
<p>Ele aproximou-se da política no governo Fernando Collor de Mello. Depois tornou-se economista do PFL. Ganhou fama, entretanto, na época das privatizações da telefonia, em 1998, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p><!--noindex--></p>

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		<item>
		<title>CAPITALISMO, &#8220;FORDISMO&#8221;, &#8220;TOYOTISMO&#8221;, &#8220;INDIANISMO&#8221; &#8230; (?)</title>
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		<comments>http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/2008/07/09/capitalismo-fordismo-toyotismo-indianismo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ECONOMIA INDUSTRIAL]]></category>

		<category><![CDATA[AUTOMÓVEIS]]></category>

		<category><![CDATA[CAPITALISMO]]></category>

		<category><![CDATA[FORD]]></category>

		<category><![CDATA[FORDISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3ag9i.th8.us+CAPITALISMO%2C+%26%238220%3BFORDISMO%26%238221%3B%2C+%26%238220%3BTOYOTISMO%26%238221%3B%2C+%26%238220%3BINDIANISMO%26%238221%3B+%26%238230%3B+%28%3F%29" title="Post to Twitter (www.3ag9i.th8.us)"></a>HENRY FORD
Henry Ford (Springwells, 30 de Julho de 1863 — Dearborn, 7 de Abril de 1947) foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo[1] e a um menor custo.[2]. A introdução de seu modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.3ag9i.th8.us+CAPITALISMO%2C+%26%238220%3BFORDISMO%26%238221%3B%2C+%26%238220%3BTOYOTISMO%26%238221%3B%2C+%26%238220%3BINDIANISMO%26%238221%3B+%26%238230%3B+%28%3F%29" title="Post to Twitter (www.3ag9i.th8.us)"></a><p><strong>HENRY FORD</strong></p>
<p><strong>Henry Ford</strong> (<a title="Dearborn" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Dearborn">Springwells</a>, <a title="30 de Julho" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/30_de_Julho">30 de Julho</a> de <a title="1863" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1863">1863</a> — <a title="Dearborn" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Dearborn">Dearborn</a>, <a title="7 de Abril" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/7_de_Abril">7 de Abril</a> de <a title="1947" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1947">1947</a>) foi um <a class="mw-redirect" title="Empreendedor" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Empreendedor">empreendedor</a> <a title="Estadunidense" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Estadunidense">estadunidense</a>, fundador da <em><a title="Ford Motor Company" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Ford_Motor_Company">Ford Motor Company</a></em> e o primeiro empresário a aplicar a <a class="mw-redirect" title="Montagem em série" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Montagem_em_s%C3%A9rie">montagem em série</a> de forma a <a title="Produção em massa" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Produ%C3%A7%C3%A3o_em_massa">produzir em massa</a> <a title="Automóvel" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Autom%C3%B3vel">automóveis</a> em menos tempo<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-0">[1]</a></sup> e a um menor custo.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-1">[2]</a></sup>. A introdução de seu modelo <a class="mw-redirect" title="Ford T" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Ford_T">Ford T</a> revolucionou os <a title="Transporte" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Transporte">transportes</a> e a <a title="Indústria" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Ind%C3%BAstria">indústria</a> <a title="Economia dos Estados Unidos da América" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Economia_dos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica#Setor_secund.C3.A1rio">norte-americanos</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-2">[3]</a></sup> Ford foi um <a class="mw-redirect" title="Inventor" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Inventor">inventor</a> prolífico e registrou 161 <a title="Patente" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Patente">patentes</a> nos <a class="mw-redirect" title="EUA" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/EUA">EUA</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-3">[4]</a></sup> Como único dono da <em>Ford Company</em>, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-4">[5]</a></sup></p>
<p>A ele é atribuído o &#8220;<a title="Fordismo" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Fordismo">fordismo</a>&#8220;, isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como &#8220;linha de montagem&#8221;, o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus <a title="Operário" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Oper%C3%A1rio">operários</a> — notavelmente o valor de 5 <a class="mw-redirect" title="Dólar" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/D%C3%B3lar">dólares</a> por dia, adotado em <a title="1914" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1914">1914</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-5">[6]</a></sup></p>
<p>Ford via no <a title="Consumismo" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Consumismo">consumismo</a> uma chave para a <a title="Paz" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Paz">paz</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-6">[7]</a></sup> <span class="need_ref" title="Esta passagem necessita referência(s).">Ele não confiava em <a class="mw-redirect" title="Contador" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Contador">contadores</a>, tendo reunido uma das maiores fortunas do mundo sem ao menos possuir <a title="Auditoria" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Auditoria">auditoria</a> em sua <a class="mw-redirect" title="Companhia" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Companhia">companhia</a>. A companhia teve sua primeira auditoria depois que <a title="Henry Ford II" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Henry_Ford_II">Henry Ford II</a> se tornou seu diretor</span> <sup><span style="color: #808080">[</span><a title="Livro de estilo/Cite as fontes" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><span title="Esta afirmativa precisa de uma referência para confirmá-la ."><span style="color: #808080"><em>carece de fontes</em></span></span></a><span class="printfooter">?</span><span style="color: #808080">]</span></sup>. O intenso empenho de Henry Ford para baixar os custos resultou em muitas inovações técnicas e de negócios, incluindo um sistema de <a title="Franquia" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Franquia">franquias</a> que instalou uma concessionária em cada cidade da <a title="América do Norte" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Am%C3%A9rica_do_Norte">América do Norte</a>, e nas maiores cidades em seis <a title="Continente" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Continente">continentes</a>. Ford deixou a maior parte de sua grande riqueza para a <a title="Fundação Ford" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_Ford">Fundação Ford</a>, mas providenciou para que sua família pudesse controlar a companhia permanentemente.</p>
<p><strong>PRIMEIROS ANOS</strong></p>
<p>Ford nasceu em <a class="mw-redirect" title="30 de julho" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/30_de_julho">30 de julho</a> de <a title="1863" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1863">1863</a>, em uma fazenda próxima a um município rural a oeste de <a title="Detroit" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Detroit">Detroit</a>, no estado do <a title="Michigan" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Michigan">Michigan</a> (este espaço hoje faz parte de <a title="Dearborn" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Dearborn">Dearborn</a>). Seu pai, <a title="William Ford" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/William_Ford">William Ford</a> (1826-1905), nasceu em County Cork, <a title="Irlanda" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Irlanda">Irlanda</a>. Sua mãe, Mary Litogot Ford (1839-1876), nasceu em Michigan, e era a mais nova dos filhos de imigrantes <a class="mw-redirect" title="Belga" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Belga">belgas</a>; seus pais morreram quando Mary era uma criança e ela foi adotada pelos vizinhos, os O&#8217;Herns. Os irmãos de Henry Ford são: Margaret Ford (1867-1868); Jane Ford (c 1868-1945), William Ford (1871-1917) e Robert Ford (1873-1934).</p>
<p>Ford iniciou sua trajetória com motores, digamos assim, na fazenda de seu pai. Ele era responsável pelos reparos nas máquinas da fazenda, mostrava muita habilidade para inovar e sua principal intenção era observar o funcionamento mecânico das máquinas e equipamentos. A vida na fazenda era difícil, exigia serviços pesados feitos à mão. Por causa disso, desde menino Ford já demonstrava o interesse em diminuir o trabalho manual com o uso de máquinas. No ano de 1875, com doze anos, o contato com um locomóvel a vapor o levou a estudar os carros automotores<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-7">[8]</a></sup>.</p>
<p>Sua mãe morreu em <a title="1876" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1876">1876</a>, o que veio como um golpe que destruiu o jovem Henry. Seu pai desejava que Henry no futuro assumisse a fazenda, mas Henry não tinha gosto pelos trabalhos agrícolas. Com o falecimento de sua mãe, muito pouco permaneceu para o manter na fazenda. Mais tarde ele disse a seu pai: <em>&#8220;Eu nunca tive qualquer amor especial pela fazenda — era a mãe na fazenda que eu amava&#8221;.</em><sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-8">[9]</a></sup></p>
<p>Aos quinze, ele tinha a reputação de reparador de relógios, tendo desmantelado e remontado as peças de relógios de amigos e vizinhos dezenas de vezes<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-9">[10]</a></sup>. Em 1879, com 16 anos , ele deixou sua casa e foi para a cidade vizinha <a title="Detroit" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Detroit">Detroit</a>, para trabalhar como aprendiz de operador de <a title="Máquina" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/M%C3%A1quina">máquinas</a>, primeiro na empresa James F. Flower &amp; Bros., e mais tarde na Detroit Dry Dock Co. Em <a title="1882" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1882">1882</a>, ele retornou a Dearborn para trabalhar na fazenda da família e se tornar experiente na operação dos <a title="Motor" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Motor">motores</a> a vapor portáteis da <a class="mw-redirect" title="Westinghouse" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Westinghouse">Westinghouse</a>. Aos 19, Ford entrou para a Companhia Westinghouse, no conserto e na montagem de locomóveis a vapor. Em 1885, trabalhando como mecânico das oficinas da Eagle Motor Works, em Detroit, seu interesse se concentra nos motores a explosão. Dois anos depois, Ford construiu seu primeiro motor desse tipo, movido a gasolina.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-10">[11]</a></sup><br />
Ford se casou com Clara Ala Bryant (c1865-1950) em <a title="1888" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1888">1888</a>, e se sustentava com a exploração da fazenda e mantendo uma serraria.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-11">[12]</a></sup> Eles tiveram um único filho, <a title="Edsel Bryant Ford" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Edsel_Bryant_Ford">Edsel Bryant Ford</a> (1893-1943) e adotaram um da <a title="China" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/China">China</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-12">[13]</a></sup></p>
<p>Por volta do ano de 1890, Ford assumiu o lugar de engenheiro maquinista na cidade de Detroit na <a title="Edison Illuminating Company" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Edison_Illuminating_Company">Edison Illuminating Company</a>. Em <a title="1893" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1893">1893</a>, após sua promoção ao cargo de Engenheiro Chefe, Ford passou a ter bastante tempo e dinheiro para dedicar-se às suas experiências pessoais com motores a <a title="Gasolina" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Gasolina">gasolina</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-13">[14]</a></sup> Estes experimentos culminaram em <a title="1896" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1896">1896</a> com a conclusão de seu próprio veículo automotor denominado <a title="Quadriciclo de Ford" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Quadriciclo_de_Ford">Quadriciclo</a>, que ele dirigiu em teste em <a class="mw-redirect" title="4 de junho" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/4_de_junho">4 de junho</a>. Depois de vários testes, Henry Ford planejou formas de melhorar o Quadriciclo.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-14">[15]</a></sup></p>
<p>Sua primeira empresa foi a Detroit Automobile Company, sob a responsabilidade de ser engenheiro chefe, entretanto, a fábrica fechou devido à discordância com os outros diretores em relação à adoção da produção em massa como modelo padrão. Anos mais tarde, montou outra empresa, esta voltada para carros de corrida, contudo, a produção desses carros não obteve êxito. Mesmo assim, Ford persistiu com a idéia e juntamente com o projetista Harold Wills montou o chamado carro 999, com o qual Barney Oldfield se tornou campeão, divulgando o carro em todo país. Esse passo foi importante, pois o rendimento financeiro proveniente do sucesso de seu carro deu suporte financeiro a suas idéias e assim a Ford Motor Company foi fundada.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-15">[16]</a></sup></p>
<h3><span class="mw-headline">Modelo T</span></h3>
<dl>
<dd>
<div class="noprint"><a class="image" title="Crystal Clear app xmag.png" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Crystal_Clear_app_xmag.png/18px-Crystal_Clear_app_xmag.png" border="0" alt="" width="18" height="18" /></a><em>Ver artigo principal: <a title="Ford Model T" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Ford_Model_T">Ford Model T</a></em></div>
</dd>
</dl>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width: 252px"><a class="image" title="Ford T" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Imagem:TModel_launch_Geelong.jpg"><img class="thumbimage" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2f/TModel_launch_Geelong.jpg/250px-TModel_launch_Geelong.jpg" border="0" alt="Ford T" width="250" height="190" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify"><a class="internal" title="Ampliar" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Imagem:TModel_launch_Geelong.jpg"><img src="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p>Ford T</p></div>
</div>
</div>
<p>O <a title="Ford Model T" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Ford_Model_T">Ford Model T</a> foi apresentado no dia <a class="mw-redirect" title="1 de outubro" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1_de_outubro">1 de outubro</a> de <a title="1908" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1908">1908</a>. Ele tinha muitas inovações importantes, como o <a title="Volante" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Volante">volante</a> no lado esquerdo, o que foi logo copiado por todas as outras companhias. O <a title="Motor" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Motor">motor</a> e o <a title="Caixa de velocidades" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Caixa_de_velocidades">câmbio</a> eram totalmente fechados. Os 4 cilindros eram fundidos em um bloco sólido, e a suspensão usava duas <a title="Mola" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Mola">molas</a> semi-<a title="Elipse" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Elipse">elípticas</a>. O carro era muito simples de se dirigir e, o mais importante, sua manutenção era barata. O veículo era tão barato em <a title="1908" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1908">1908</a>, custando 825,00 <a class="mw-redirect" title="Dólar" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/D%C3%B3lar">dólares</a> (o preço caía todo ano) que na década de <a title="1920" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1920">1920</a> a maioria dos motoristas norte-americanos aprenderam a dirigir o Modelo T, o que deixou boas memórias para milhões de pessoas.</p>
<p>Ford criou um sólido sistema de publicidade Detroit para garantir que cada jornal transmitisse notícias e anúncios sobre o novo produto. A rede de concessionários locais de Ford tornou o carro onipresente em praticamente todas as cidades da América do Norte. Como revendedores independentes, as franquias enriqueceram e fizeram a <a title="Propaganda" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Propaganda">propaganda</a> não apenas de Ford, mas também do próprio conceito de automobilismo; clubes locais de automóveis surgiram para ajudar novos motoristas e para explorar o campo. Ford foi sempre ávido para vender aos fazendeiros, que viram no veículo um dispositivo comercial para ajudar em seus negócios. As vendas subiram rapidamente - vários anos tiveram 100% de lucros em relação ao ano anterior. Sempre na busca de maior eficiência e menores custos, em <a title="1913" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1913">1913</a> Ford introduziu a montagem em esteiras em movimento nas suas instalações, o que permitiu um enorme aumento da produção. Embora seja atribuído a Henry Ford o invento, fontes contemporâneas indicam que o conceito e sua evolução vieram dos funcionários Clarence Avery, <a title="Peter E. Martin" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Peter_E._Martin">Peter E. Martin</a>, <a title="Charles E. Sorensen" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Charles_E._Sorensen">Charles E. Sorensen</a>, e C. H. Wills. As vendas ultrapassaram 250.000 unidades em <a title="1914" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1914">1914</a>. Por volta de <a title="1916" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1916">1916</a>, tendo o preço baixado para US$360,00 para os carros de passeio básicos, as vendas atingiram 472.000 unidades<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-16">[17]</a></sup>.</p>
<p>Por volta de <a title="1918" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1918">1918</a>, metade dos carros na América do Norte eram Modelos T. A alta produção conseguida por Ford tem como característica marcante a escolha de uma única cor de veículo, que era preta. Desta forma, ele conseguia montar os veículos sem ter que diferenciar o processo de pintura. Existe uma frase famosa que Ford escreveu em sua <a title="Autobiografia" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Autobiografia">autobiografia</a> sobre a escolha da cor do veículo: <em>&#8220;O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto&#8221;</em>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-17">[18]</a></sup> Antes do desenvolvimento da linha de montagem, que exigia a cor preta por sua secagem mais rápida, o Modelo T era disponível em outras cores, incluindo o <a title="Vermelho" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Vermelho">vermelho</a>. Esse esquema era veementemente defendido por Henry Ford, e a produção continuou até <a title="1927" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1927">1927</a>; a produção final total foi de 15.007.034 unidades. Esse foi um recorde que permaneceu por 45 anos.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width: 252px"><a class="image" title="Linha de montagem de Ford, em 1913" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Imagem:Ford_assembly_line_-_1913.jpg"><img class="thumbimage" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/29/Ford_assembly_line_-_1913.jpg/250px-Ford_assembly_line_-_1913.jpg" border="0" alt="Linha de montagem de Ford, em 1913" width="250" height="264" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify"><a class="internal" title="Ampliar" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Imagem:Ford_assembly_line_-_1913.jpg"><img src="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p>Linha de montagem de Ford, em 1913</p></div>
</div>
</div>
<p>Em <a title="1918" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1918">1918</a>, o presidente <a class="mw-redirect" title="Woodrow Wilson" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Woodrow_Wilson">Woodrow Wilson</a> pediu pessoalmente a Ford para que se candidatasse ao <a title="Senado dos Estados Unidos da América" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Senado_dos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica">Senado dos Estados Unidos da América</a>, de Michigan, como um <a title="Partido Democrata (Estados Unidos da América)" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Partido_Democrata_%28Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica%29">democrata</a>. Embora a nação estivesse na guerra, Ford concorreu como um candidato pacífico e um forte apoiador da proposta <a class="mw-redirect" title="Liga das Nações" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Liga_das_Na%C3%A7%C3%B5es">Liga das Nações</a>.<sup><a href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wp-admin/#cite_note-18">[19]</a></sup> Em dezembro de <a title="1918" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1918">1918</a>, Henry Ford transferiu a presidência da Ford Motor Company para seu filho <a class="mw-redirect" title="Edsel Ford" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/Edsel_Ford">Edsel Ford</a>. Henry, entretanto, retinha a autoridade de decisão final e algumas vezes revogou as decisões de seu filho. Henry e Edsel compraram todas as ações restantes de outros investidores, dando deste modo à família exclusivo domínio sobre a companhia.</p>
<p>Por volta da metade da década de <a title="1920" href="http://professormedeiros.blogcatolico.com.br/wiki/1920">1920</a>, as vendas do Modelo T começaram a declinar devido à concorrência crescente. Outros fabricantes de automóveis ofereciam planos de pagamentos pelos quais os clientes podiam comprar seus carros, que comumente incluíam características mecânicas mais modernas e estilos não disponíveis no Model T. A pesar dos estímulos de Edsel, Henry recusava-se firmemente a incorporar novas características no Modelo T ou a criar um plano de crédito para os compradores.</p>
<p>[http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Ford]</p>
<p>&#8230; CONTINUA.</p>

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		<title>FARC - FORÇAS ARMADAS REVOLUCIONÁRIAS DA COLÔMBIA [In:] &#8220;THE DREAM IS OVER&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professormedeiros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.6fkzb.th8.us+FARC+-+FOR%C3%87AS+ARMADAS+REVOLUCION%C3%81RIAS+DA+COL%C3%94MBIA+%5BIn%3A%5D+%26%238220%3BTHE+DREAM+IS+OVER%26%238230%3B%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.6fkzb.th8.us)"></a>As FARC no papel do otário 
A libertação de Ingrid Betancourt coroou o
fim de um resistente mito latino-americano.
De Sierra Maestra a San José del Guaviare cumpriu-se um ciclo na história da América Latina. Em Sierra Maestra, no sul da ilha de Cuba, onde, na passagem do ano de 1956 para o de 1957, se juntou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a class="tweet-this" href="http://twitter.com/home/?status=www.6fkzb.th8.us+FARC+-+FOR%C3%87AS+ARMADAS+REVOLUCION%C3%81RIAS+DA+COL%C3%94MBIA+%5BIn%3A%5D+%26%238220%3BTHE+DREAM+IS+OVER%26%238230%3B%26%238221%3B" title="Post to Twitter (www.6fkzb.th8.us)"></a><p style="text-align: center"><span class="revistasTitulo"><strong>As FARC no papel do otário </strong></span></p>
<p><em>A libertação de Ingrid Betancourt coroou o<br />
fim de um resistente mito latino-americano.</em></p>
<p><span class="revistasCorpo">De Sierra Maestra a San José del Guaviare cumpriu-se um ciclo na história da América Latina. Em Sierra Maestra, no sul da ilha de Cuba, onde, na passagem do ano de 1956 para o de 1957, se juntou o pequeno grupo de seguidores de Fidel Castro para iniciar a luta contra a ditadura de Fulgencio Batista, nasceu o mito do guerrilheiro romântico, destinado a pairar sobre a vida do continente pelo próximo meio século. Em San José del Guaviare, localidade da Colômbia em cujas cercanias foram resgatados, na quarta-feira passada, Ingrid Betancourt e outros catorze reféns das Farc, o mito, já abalado por sucessivas derrotas e desgastado pela velhice e pelo descrédito, conheceu um fim humilhante. <strong>As Farc, sua última encarnação, perderam o cacife que lhes restava sem direito a um único tiro para lhes salvar a honra. Foram vencidas, como o caipira que cai no conto-do-vigário, pelo truque de um adversário mais esperto.</strong></span></p>
<p><span class="revistasCorpo">A imagem do guerrilheiro que desce da montanha com a promessa de um mundo novo foi muito ajudada pelo clima reinante à época em que surgiu em cena. As barbas de Fidel Castro dialogavam com os cabelos compridos dos<strong><em> Beatles</em></strong>. Na salada geral dos anos 60, não importava que uns tivessem um fuzil na mão e outros pregassem paz e amor, que uns mirassem num regime de força e outros se refestelassem na anarquia; eram todos partes de um sonho em que tudo parecia possível. Em contraste, ao falecer, no início do ano, <strong>o líder das Farc, Manuel Marulanda</strong>, já não podia ombrear sequer com o antigo ídolo do rock reduzido a cantor de churrascaria. Era pior: o cantor que perdera a voz, e mal dedilhava a guitarra desafinada. A Manuel Marulanda, <em>el Tirofijo,</em> segundo o apelido que tentava insuflar-lhe alguns trocados de prestígio, coube o destino cruel, para um guerreiro, de morrer na cama. <strong>Ao contrário de Che Guevara, não conheceu, nem conhecerá, a glória das camisetas e dos pôsteres.</strong></span></p>
<p><span class="revistasCorpo">O Muro de Berlim desabou, a Guerra Fria chegou ao fim, o capitalismo mostrou-se dono de muito mais que sete fôlegos. Não repisemos essas histórias. As causas pelas quais as Farc não encontraram o mesmo terreno favorável da guerrilha cubana são conhecidas. Fiquemos com a questão do mito. Na América Latina, tão mais dada à retórica do que à ação, tão mais tentada pela fantasia do que pela realidade, a noção de que um pequeno grupo de jovens, um ideal na cabeça, uma barba no queixo e um fuzil na mão, fosse capaz de reinaugurar o mundo sobreviveu a mais de uma geração. A derrota de Che Guevara na Bolívia não a arrefeceu, muito pelo contrário. Serviu de inspiração para movimentos guerrilheiros (muitas vezes degenerando em terrorismo) que floresceram da Venezuela ao Uruguai, da Nicarágua ao Chile, passando pela Argentina e pelo Brasil.</span></p>
<p><span class="revistasCorpo">Um dos últimos, o <em><strong>Sendero Luminoso</strong></em>, do Peru, já exibia <strong>os sinais de fadiga que haveriam de culminar nas Farc: a prática do crime pelo crime, o casamento com o narcotráfico</strong>. A imagem do líder do Sendero, Abimael Guzmán, exibido numa jaula dentro da qual esperneava como um gorila e rugia como um urso, depois de preso e levado a julgamento, no começo dos anos 90, distanciava-se irremediavelmente do olhar romântico do Che, tal qual capturado na foto de Alberto Corda. Na etapa seguinte, os ativistas das Farc iriam merecer o epíteto infamante de narcoguerrilheiros. E em meses recentes destacaram-se como torturadores dados a manter seus seqüestrados presos a troncos de árvores.</span></p>
<p><span class="revistasCorpo"><strong>As Farc cumpriram à perfeição o roteiro imaginado pelo cientista político americano</strong> <em>Eric Hoffer</em>: <strong>&#8220;Toda grande causa começa como um movimento, vira um negócio e finalmente degenera numa quadrilha&#8221;.</strong> Ou melhor, até anteciparam a ordem prevista por Hoffer, na medida em que os ramos de negócio que abraçaram, o narcotráfico e o seqüestro, já se confundiam com atividades quadrilheiras. Não há mito que resista. <strong>A imagem que hoje comove o mundo</strong> não é a do guerrilheiro vencido, como, nos anos 60, a de Guevara morto. <strong>É a de Ingrid Betancourt, a vítima da guerrilha. </strong></span></p>
<p><span class="revistasCorpo">O arremate veio na forma como foram libertados os reféns, na semana passada. Na aurora do mito, esperta era a guerrilha, e os governos é que eram feitos de bobo. Os<strong> tupamaros</strong>, nos primeiros tempos, antes de o conflito com a ditadura uruguaia virar um torneio de sangue, eram especialistas em brincar de esconder com os agentes da repressão. Faziam uma manifestação-relâmpago em certo lugar e quando a polícia chegava estavam em outro. Assaltavam um banco e corriam para distribuir o dinheiro entre os pobres. Na operação de resgate da semana passada, agentes do governo colombiano fingiram-se de guerrilheiros e assim obtiveram a pacífica entrega dos reféns. Pode ser que a história não seja bem essa, e tenha envolvido o suborno de algum chefe ou chefete da guerrilha. Em qualquer caso, as Farc entraram de trouxas na história. É difícil, mas vá lá que o mito até possa ter resistido à degenerescência do ideal em negócio, ou do negócio em crime. Não pode resistir à fama de otário.</span></p>
<p align="left">[<span class="revistasChapeu">Ensaio:</span> <span class="revistasChapeuSemBold">Roberto Pompeu de Toledo, VEJA].</span></p>

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